Meu nome é José Costa, Brasileiro, Paraibano, divorciado, Administrador de Empresas por formação e Empreendedor por vocação.
Sempre
me identifiquei muito com literatura, poesias, poemas, música e, como bom
Nordestino, não o seria por completo se não gostasse da cultura Regional
e da literatura de Cordel.
Tenho
certeza que o primeiro despertar pelo gosto literário foi logo cedo, com meu
Avô Paterno, o Sr. José Ferreira, ouvindo ele ler e recitar belos
folhetos de cordel.
Não
só aquelas histórias me fascinavam como, também, me encantavam as rimas. Achava aquela
combinação das palavras uma coisa muito bonita e profunda e ficava treinando
depois.
Assim
fui crescendo e ouvindo, além do meu avô, os verdadeiros artistas da música
regional e os famosos Cantadores de côco de embolada. Com os amigos, quando
surgia um animado e com mesma afinidade, formávamos ali rapidamente uma dupla
de emboladores e íamos versejando com o que sabíamos decorado, principalmente
os refrões - alguns dão quase um verso inteiro - e assim a poesia foi se
enraizando na cabeça.
Logo
aprendi a bater pandeiro e, com essa habilidade, aos 13 anos já
participava como pandeirista para um vizinho sanfoneiro, o saudoso Sr. Zé
Pretinho que já está em outra dimensão. Então, eu mais dois amigos e os
filhos dele foi o suficiente para completarmos um Conjunto. Começamos a treinar
na casa dele e não demorou muito já fomos tocar em outras casas o famoso
forró pé de serra.
O
ganho era a animação e a alegria de poder estar numa festa. Certa vez, por
desrespeita-lo, por uma pergunta que menino não podia fazer aos mais velhos, no entendimento dele, acabei sendo expulso do Conjunto.
Mas
não quebrou o encanto nem o interesse por esse mundo das artes.
Desde
já conto com o entendimento de todos pela simplicidade do material,
principalmente quanto às imagens e layout pois o conhecimento ainda é muito
pouco, o suficiente apenas para ter feito como fiz.
Entretanto,
espero sinceramente que o conteúdo lhe sirva pelo menos como um passa tempo. Quem
sabe, até mesmo engraçado.
Campina Grande, 05 de abril de 2022
Com os cumprimentos.
O Autor


Em poucas linhas se expressou bem e conseguiu botar no papel, quero dizer, na tela, a essência do "cabôco" nordestino que conheci "carioca" nos idos da década de 1990 no Rio de Janeiro e de quem me tornei um verdadeiro amigo. Creio que daqui pra lá de lá pra cá.
ResponderExcluirSeu Parça, que até nisso o destino colaborou para sermos irmãos
Alonso Costa/José Costa
Pois é meu nobre amigo e irmão canarada! É nós na fita. Grato pelas consideração e GRATIDÃO eterna pela nossa amizade,pura, sincera e fraterna.Aquele abraço.
ExcluirCaro José, o território é grande,a distância matadora. A internet ,cabra safada, ao menos isso nos dá. A possibilidade de estarmos juntos mesmo de longe. O coração se acalma sabendo que o irmão da Paraíba encontra seu destino na ponta da caneta soltando o que temos de melhor. Nosso sentimento e expressão divina que trazemos dentro de nós.
ResponderExcluirSolta o verbo. E receba meu sincero abraço.
Caro e nobre amigo Norberto. É uma honra e um privilégio te-lo como amigo, aquele que tem um lugar especial no velho core. Grato pelas palavras que expressaram muito bem a vida, os sentimentos e o mundo em que vivemos. Aquele abraço quebra costelas cheio de GARTIDÃO. TMJ&M ....Lembras disso, Raimundo????? Rsss
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